How to Play

Jogar é, em essência, um ato de contar uma história, de interagir narrativamente.

Controle retas para rebater pontos de luz, fuja de fantasmas coloridos em corredores escuros de um labirinto de pontos fluorescentes, viaje por vários mundos através de canos para salvar a princesa ou vingue a morte de sua família derrotando deuses gregos e já se está construindo uma narrativa.
Por mais 8 bits que seja o game, ou por mais renderizado, texturizado, trêsderizado e complexo, não tem jeito: se tem objetivo, e se tem oposições, então tem história!

É pelo espírito de jogador de videogame, e pela paixão das tantas literaturas, que nós, autores do “Eu Conto, Eu Jogo”, juntamos o agradável ao desejável: dar novos pontos de vista através de contos e crônicas para os games tão queridos por todos nós jogadores, leitores e entusiastas.

Por que não mostrar um Ryu refletindo sobre a filosofia do caratê shotokan? E que tal ver um Pac Man em forma de poema concretista? Talvez uma crônica sobre a amizade de Cloud e Zack? As possibilidades são ilimitadas.

Aqui, o objetivo é narrar o imaginado no jogo ou contar o jogado na imaginação.
Press start Button e boa leitura!

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Mestrando em Letras, com estudos voltados para Semiótica/ Linguística. Apaixonado pelo Estruturalismo, Realismo Russo, Louis Hjelmslev, meus alunos, Metal Gear Series (só até o 4 hein!) e games. Atualmente flertando com Bio Shock series, indies e Filosofia da Linguagem. Professor por amor, por escolha e por um bocado de crença.

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