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Hotline Miami: S.O.S. noites alucinantes

Um toque de David Lynch, uma pitada de Quentin Tarantino, e notas aromáticas de anos 80. Misture tudo a era 8 bits, música tecno-lounge, vodca e violência urbana. Beba sem moderação.

20 de Abril de 1989

O que era apenas um emaranhado sonoro difuso vai, aos poucos, se reconfigurando em música à medida que alguém desperta, lá do quarto. Um tipo de rock psicodélico da década de 60, talvez 70.

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R-Type: Piloto

R-type

Fazendo minha estréia no “Eu conto Eu jogo” como convidado nada especial, resolvi escrever algo baseado em R-type. Foram muitas horas de jogo no meu Master System, na época a experiência mais próxima que eu poderia ter de um Arcade.

Tenho uma certa relação afetiva com o jogo, boas memórias da minha infância, onde eu disputava com meu irmão mais velho pra ver quem fazia mais pontos ou quem chegava mais longe, dada a dificuldade do jogo, a coisa toda não era nada fácil, e muitas vezes eu saia perdendo. Como jogador, tenho enorme orgulho de ter terminado R-Type na “raça”, tendo em vista que é um jogo deveras difícil.

Por que me basear em R-type para escrever meu primeiro conto? Bom, a lembrança do jogo vire e mexe está em minha cabeça, desde de criança eu curto o tema “espaço, nave e monstros”, cresci assistindo, “O Último Guerreiro das Estrelas”, “Inimigo Meu”, “Alien” e é claro “Star Wars”. Aproveitando que o jogo (pelo menos o primeiro) não tem uma história de “background” clara, me pareceu uma boa escolha.

Enfim, fica aqui minha tentativa (modesta) de imaginar uma história para este grande clássico dos “shoot ‘em up” ou como falávamos na época: “jogos de navinha”

No apogeu de nossa civilização, cada membro da sociedade possuía a soma de todo o conhecimento acumulado por gerações. Exercíamos da mais banal a mais complexa das atividades; não haviam castas, divisões sociais ou intelectuais, eramos uma raça de exploradores e cientistas. Evoluímos grandiosamente; não existia ninguém que não pudesse singrar o espaço, vislumbrar a beleza de uma supernova e admirar o silêncio da vastidão espacial.

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