0

Hotline Miami: S.O.S. noites alucinantes

Um toque de David Lynch, uma pitada de Quentin Tarantino, e notas aromáticas de anos 80. Misture tudo a era 8 bits, música tecno-lounge, vodca e violência urbana. Beba sem moderação.

20 de Abril de 1989

O que era apenas um emaranhado sonoro difuso vai, aos poucos, se reconfigurando em música à medida que alguém desperta, lá do quarto. Um tipo de rock psicodélico da década de 60, talvez 70.

Continue lendo

0

Assassin’s Creed: o tabelião, o assassino e a causa

Danilo Corella acorda espreguiçando-se com seu mau humor matinal típico das manhãs de sexta-feira. O roupão de dormir, tingido de vermelho tal qual o dossel de sua cama de medidas de uma realeza. Tudo a denunciar a boa condição econômica que tem.
Nada demais, afinal, os serviços prestados para a chancelaria e os negócios cartoriais, lícitos pela autoridade da tinta e da pena dos Bórgias, lhe garantem um meio honesto e nobre de se ganhar a vida.

Lista de conquistas/troféus do texto Clique aqui
Continue lendo

0

Metro

Diferente de alguns outros posts, Metro é um texto que vai adentrando aos poucos no universo do game em questão. Não chega a ser um desafio ao leitor, mas, no início, e ao decorrer dos parágrafos, as informações são entregues em partes, até o momento em que é possível saber o assunto. Assim como um jogo, a ideia é fazer com o que leitor busque tais informações.


Trata-se de uma brincadeira fácil e, quanto mais conhecimento sobre jogos, mais fácil será descobrir o game. Tal brincadeira, por minha parte, é uma das ambições do texto, entregando a descoberta do game como um prêmio para o leitor. Isso não muda o fato de eu tentar colocar uma “carga dramática” a respeito dos personagens ali descritos. Tentei colocar tensão nos diálogos também. Sinceramente, espero que os leitores a percebam, além de saberem de qual jogo se trata. Boa leitura.

 

Continue lendo

0

Resident Evil: BSAA Mission

“Chris destrava a pistola e se encosta numa parede pintada à tinta verde água, corroída pela própria qualidade do material, toda descascada.
Sheva se aproxima furtivamente da porta aberta de onde se ouve aqueles sons.
O coração volta ao seu batimento frenético, e por mais que esse tipo de missão seja recorrente, nunca é confortável lidar com seres-humanos tomados por uma bactéria que lhe tira o senso de civilidade e lhes transformam em seres “treinados” para perseguir e matar outras pessoas. Principalmente se tais pessoas lutarem contra os princípios malignos da Umbrella.” Continue lendo