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Kensou e Athena – King of Fighters

Era uma tarde qualquer do mês de maio. O treino, razoável, começava a despertar fome, rente à pausa próxima. O sol brilhava agradável; o som das cascatas orientava meus movimentos. Eu já havia percebido os ruídos despreocupados do mestre chegando antes de sua presença. Realmente, uma pausa. Entretanto, uma novidade, acompanhando-o, tornava a tarde singular.

O par de passos estancou a uma distância em que eu não podia senti-los. Àquela altura já seria possível distinguir o cheiro de álcool do velho – normalmente, bebia até as tampas. Então, aquela nova presença o teria inibido. Como minha posição não permitia vê-los, aguardei a chamada dele. Isso aconteceu logo, e então, eu a conheci.

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