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Dragon’s Dogma: o olhar da criatura

Os olhos da criatura se abrem, cristalinos gélidos, pupilas finas, filtrando o mínimo possível da luz que desce através da cavidade panorâmica sobre si.
O teto celeste ilumina suas escamas auribrilhantes, e o cheiro agridoce penetra as vias de seu focinho, denunciando os odores de seres-humanos que estão a dois entardeceres de distância, próximos o suficiente para incomodá-la.
Ela sacode a grande cabeça como que para dissipar todas as visões e previsões que teimam em flutuar diante das vistas, pois, seja em estado de sono profundo, ou leve repouso, sua mente pode sobrevoar o universo de uma altura tão imensurável, muito acima das estrelas, que lhe permite enxergar presente e futuro, tudo como se fosse um grande rio, um grande fluxo.

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