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Shadow of the Colossus: sob a sombra dos Colossos

Agroooooo! – chama o garoto por sua montaria, o fiel cavalo Agro. Estavam em meio a uma imensa planície, num lugar conhecido também por seus templos abandonados, suas florestas, rios e desertos.

A Região Proibida parecia ser um cenário ideal para o jovem Wander e seu amigo equíno, entretanto, bem sabia, não poderia estar ali.

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Trança

Braid é um dos jogos que mais gosto. Ponto. Dentre todos os tipos de games que já joguei, passando por jogos de luta, aventuras, ação e tantos outros, é estranho como este jogo me proporcionou experiências únicas tão fortes. Claramente, eu não as descreverei aqui, tampouco no texto que fiz para o jogo – por pura falta de competência -, mas, através deste formato, tentei prestar minha homenagem.

Se você ainda não jogou Braid, talvez o texto não seja mais do que algumas frases, mas, se você o jogou, espero que através dessas frases eu tenha conseguido resgatar algo do game. E se mesmo tendo jogado, ainda assim, você acabe por não remeter o texto ao jogo, não tem problema, talvez a minha tentativa de aproximação seja igual à princesa que não está aqui, mas que provavelmente estará noutro castelo. Espero que goste.

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Ruas da Raiva: Streets of Rage Final

Em Streets of Rage Final, Adam e Blaze  finalmente chegam à base subterrânea de Mr. X, local este onde supostamente Axel Stone estaria cativo. Mal sabem os agentes que o pior inimigo não foram hordas de bandidos, ou grupos de punks mal encarados. O pior inimigo será um único homem, um formidável lutador: Shiva.

Dedicado aos poucos verdadeiros brother’s amigos que tenho, os quais sempre me ajudaram. De negro a branco. Não seria nada sem vocês. Tahmo junto.

 

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David, o pedestre

Cinza. Era a cor predominante que David via naquela paisagem pulsante. No céu, os prédios pareciam apenas finos entalhes geométricos. Era uma manhã qualquer entre a velocidade de automóveis e pessoas. Passos, roncos e buzinas, a música metropolitana em decibéis irregulares, invasivos e opressores. Em seu lado da avenida, pessoas transitavam, como padrão, se ignorando.

David parou rente à guia. Luzes residiam no desenho antropomórfico. Ele esperou. Enxergava muito mais cores que o vermelho, então, esperou – o tempo a ficar ali, ninguém soube ao certo. Duas pessoas se alinharam na calçada. Uma após a outra, o mediram dos pés a cabeça. Uma delas atravessou a avenida correndo, a outra, pareceu desistir do trajeto e retornou para qualquer outro lugar. David tentou seguir o primeiro. Ao fazer, quase foi atropelado. Por questão de centímetros, conseguiu voltar à calçada. Uma buzina ficou em sua mente, antes de um xingamento. Continue lendo

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Snake Tales: The End

Os raios de sol passam em queda-livre por sobre as copas das árvores num belo cenário selvagem, em plena Rússia. As sombras desenham formas artísticas no chão forrado de folhas mortas, musgo e líquen nos troncos. Notas de verde e marrom dão o tom ideal para uma natureza selvagem e fria.

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